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Topic: manunegra
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manunegra  2264
11-22-2009 07:37 PM ET (US)
cupula copularum
=
gripe dos frangos


"... en las solas noches
los hombres violentos de un dios extranjero
ellos invadieron
con los tiros de sus armas
ellos aniquilaron era arruinado matado todos
todos violaron
en sus caminos
para nuestra riqueza
hoy nuestras deudas
la epidemia... "


as terr’as frutífer’as madres-
trangeir’os invasores’
tamos’ós
SOS
SOS
SOS
nós
SOS
SOS
SOS
Brasis isisisisisn’t AMERICA
PANAMÉ – RICA – CIAcocaína
platina plat’a
chorar por ti ARgentin’a
sinaSSaSSina CISPLATINA
jamais volverá
urug’uai aiaiai’a’na libertante
bolívariana peruana venezuelana equatoriana
chilena & colombin’as panamericanas-
eu gás’ uas
águ’as minas & mineir’os
poç’osecosolhos’
povos indi’os
poços das indústrias petrolífer’as
miseramicanas orgi’as
mortestranhas’
manhãs & noites de guerr’as
suas mágo’as
terr’as frutífer’as madres-
trangeir’os invasores’
tamos’ós
SOS
SOS
SOS’
latinos


"... ellos seguían siendo las migas
las enfermedades
los lamentos
de los infelices
¿hasta cuándo nosotros nos preguntamos?
¿hasta cuándo nosotros no reaccionaremos?
hasta cuando... "


dieguito



'... nas noites solitárias
os violentos homens de um deus estrangeiro
invadiam
estirpavam matavam todos
estupravam todas
em seus caminhos
para as nossas riquezas
hoje nossas dívidas
epidêmicas...




... restaram as migalhas
as doenças
os choros
dos infelizes
até quando nos perguntamos?
até quando não reagiremos?
até quando...'

“... la luz del sol atrae el cielo un objeto ningún identificó
dos corazones apasionados...
o distanció
me gusta usted así...
libre / la luz... suelta...
absoluto / totalmente para ser
¿bien él me quiere mal él me quiere...
mal él me quiere...


FLORBELA ESPANCA


flórula’mante
escandalosa nas mat’as
orgias
me matam de paixão
sobre a terra
que nascida
fascina
sua
cor & aroma

“Escândalo ou fascinação pelo escândalo... “

grande em sua pequenez
florícula
qu’’em você pisa
a você inveja

“O maior dos homens – Terra tão pisada!”

molhada pela relva
qu’em
você deixei
na
madrugada

“/ Gota de chuva ao vento baloiçada.../”

fêmea & macho
cálice corola androceu (estames)
&
gineceu
no mínimo
um pistilo
reproduzida
de angiospermas
alcunha fantasia
desejo nesta androgenia
a parte mais fina
mais apurada de sua substância
erótica
florinha flórula florzinha flósculo

“ Um homem? – Quando eu sonho o amor dum deus!...”.

é a bela flor qu’espanca
pela força dos versos
que pronuncia
de seu broto rosado
a dar sua risada
na alegria
da luz de cada dia’
lágrima
que pinga
no chorar
solitário
d’agonia
que brilha no céu
aos milhões de brilhos
dos azuis y magentas
aos cinzas das tempestades
que me derruba
na Terra
deitado espancado
louco
por este escândalo
flor
bela
minh’a
última’ravilha
desabrochada e’meus braços
e’meus dedos
flor-camarão flor-cheirosa flor-da-abissínia
flor-da-cachoeira flor-da-esperança
flor-d'água
flor-da-imperatriz
flora-riquense
desta ilíada
dos 7 mares
o
revolto’
ceano de seus olhos molhados
flor’esta
flor bela qu’espanca
minhas brancas páginas

O VAGABUNDO
– vagamundos’
dentes na bund’a
visionária do impossível

(embora não fosse para todos 1 direito adquirido)


“eso se prolonga
de la úvula o campanilla
las vocales vibrantes
libre y resonante”
esa luz a
los prisioneros de las consonantes
de sus compañías”

...

“en el susto suave del idioma al tejado de la boca”


o dia em que a onça foi beber água

primeira’sensações de amor
amora branca
amora-brava
amora-da-mata
amoralidade'
amor-agarradinho
hamor
segundas
intenções

“los cometas y comentários el paladar”

rasgar pel’ epiderme
mostrar a luz do coraçã'o
vagabundo
errante
que vagabundeia’
carne’
squeleto’
ssos ofí
cios'
amuletos da vida
paixões
rufiões restarão a pernoitar nas estações da existência
senha sanha sonho
de uma tarde enlouquecida
perdida
a chave que fecharia a sensibilidade
qualquer ponto
porto
em qualquer cidade
Lisboa,
Bali
ou Madri.
talvez aqui fosse Barcelon’a
expressar pensar ar de rebeldia
diante de
auctorìtátis autoridade outuridade
octoridade actoridade abturidade
do capital
ou na capital
da
modernidade tardia
momentaneamente trocar a conspiração pela expressão
ter como resposta
diret’a inversão aversão’u outras simbologias
incendiad’
a coesão social
no interior do conflito’
manicômio´u
hospí
cios’
conventos em plena ‘titude
da mort’eventual do sujeito

“El universo estelar de los sonidos”

ali ao lado alado coração
você no palco
brilh’ante o sucesso
dois corpos nus não cessam
de fazer amor para o público
em recesso
pelas
lágrimas engolidas
mastigadas na dor
o prazer de
ver o belo Rio em chamas
me chamas me amas
mas
estou
no norte frio da Inglaterra
em novembro
dezembro
daqui
alguns dias
daqui alguns anos planos
por sortilégios & antecedência’
sem limites
quem queira
seu homem querido’
u sua mulher preferida
aplau
sos ...


amar sempre

... morrer se preciso não fosse

"... pendant que les baisers
les désirs des fous
faim du lit
le clair de lune & l'air
de ces nuits
ils n'ont pas terminé nos jours... "



seus olhos não desgrudam dos nossos,
até quando o último caçador tente aquele tiro fatal do alto de seu tanque,
lá estarão, por quê?
suas premissas sempre subtendem os destinos que seguimos.
somos surpreendidos a todo instante pelos invasores.
estamos em extinção - são 6 a 15 mortos por dia -
muitas vezes mais,
sem contar os feridos,
desaparecidos & os liquidados mentais
- que embarcam na nau dos loucos -
já não namoramos nos portões,
não beijamos,
nem carícias trocamos com nossos amores que nos destroços encontramos
- hoje retratos rotos sujos de sangue & óleo -
por quê essa guerra?
que fazem aqui?
custa barato aos poderosos nos surpreender - nos atacar,
nós mesmos pagamos - não fora uma nem mil vezes,
constantemente somos caçados para saciar aos sedentos do poder de matar,
afinal para eles de que valemos além do ouro negro?
uniformes verdes azuis amarelos,
sempre a atirar prender torturar & inquirir – EXTERMINAR -
implodir nossos sujeitos,
nossos irmãos irmãs filhos filhas pais mulheres esposos & amigos - AMANTES.
falam gritam em suas línguas estranhas autoritariamente.
impõem a destruição mortal de todas as famílias daqui
- de qualquer maneira,
sim aquela triste sina que chamam de extermínio a miséria
... & nós de fascismo.


.. e daí então


FÉROCITÉ



Envahi mon âme pleure se rétréci
Sans yeux / un visage déformé... A Arrangé.
Il & elle glisse en moi...
A Tremblé / a impliqué par la peur...
Il fonce le temps / la lumière bohémienne...
Ils cachent dans les bois dans mon courage de ghettos...
Dans mes moments plus gras / caché des existences intelligentes du découragement...
Sujets sans attributs / objets de l'infraction... Conflits armés
Tempêtes... Pluies de bonbons et grenades / fusils... j'ai Fui ou ne pas fuir...




Voleurs des agents de police
Voleurs...

... lendas

LITERATURA & DIVERSIDADES



violado, desfloró, conseguido a temprano dentro
después de que ellos son totalmente bombardeados
para los soldados armados



nem tão calado assim ressurgia
o temor sumário da imagem
daqueles negros guardachuvas
qu’escureciam a cidade
presságio nebuloso do mau tempo
da tempestade
a falsarte
abatia-se sob estas linhas
em
um diálogo
de mudas & moídas palavras
surdas pelo terror frenético
das’inistras revoadas de urubus
assim
não era noite nem dia seria

...

algo reaparecera
sob meu olhar invadido
por minha memória banhada
pela cruel lavagem dos cérebros
& mais um corpo jazia
naquele mar rubro da história
mal contada
“nunca mais” “nunca mais”
tiros explosões

...

bombardeios



los hombres y sus niños lloran, ningún más largo ellos se esfuerzan
o ellos imploran, ellos se mueren en los senderos minados
sus hijas, las madres, las esposas, las hermanas,
o cualquier mujer
humillado, en el medio
con una boca encuentra extraño, en su pecho,
en la cara y en la cama de la guerra
en los hierros, de los infiernos,
los futuros los niños bastardos, de sus tierras,
yo cuadro macabro, apocalíptico, efusivo y político
un tablero cibernético



Guerra
mitológica filha de Homicídio
habitat d’ostracismo
onde só
tal ser
viveria
a impossibilitar que
Prometeu ressuscitasse

...

agora nada



los grabados de vieja tristeza no son bonitos
la explosión patética futura, en las estrellas,
ese ética, nunca será romántico
hermenéutico
transformado en la inquisición del santo
las personas no lloran más
aun cuando ellos prometen
mátelos, o amenaza
_Nom pasará_




os deuses não respondiam
que valeriam mitos y filosofias vãs?
utópicos seres
nada mais se ouvia
ali
aos pés da sorte azarenta
a farsante vida dos cadáveres
“nunca mais nunca mais”
agora naquelas páginas maculadas
amarrotadas amalucadas perversas intolerantes
o domínio do caos
a brutal rivalidade
entre o Universo & a Terra
Esperança morrera
ou
por acaso
bem n’ocaso da narrativa
estava viva
perdida no livro apócrifo
clandestina
ao destino
do autor assassinado

...

VIDA
a treva dissipara
disse “nunca mais”



noble nunca era el héroe
como si las condiciones de "héroes"
ellos se los volvieron, de los testamentos, gratuitamente
los fríos y fascista
usted recordará ahora, la heces de las botas
en el barro, de las hambres,
insista para usted impida de resurgir
en el formulario de un Ofélia, o Amélia



a’ltivez despótica
vive com loquaz alegria
y falsidade
“donos” de um mundo
desabitado

...

pela natureza



nuestro alcantarillado, al eso la habitó y
ellos sucumbieron
en nuestra tierra ejecutada
para el usted es uniforme, que allí
ellos invadieron
no habrá ningún perdón, o cura
el trabajo
ningún corazón está de pie
esa pobreza del infinito
la broma será vivir allí
después de esa destrucción condenada



A hora do espetáculo

EN SUS 15 MINUTOS FABULOSOS

las luces de furia & la pólvora los fusibles & explosivo los regalos & las granzas
En los espectadores de las miradas De la esperanza Que nunca llega
a la fase de la Absurdidad Se evapora como el Gas de felicidad
la Canción en el coro De los felices Con la Boca Lleno
De dientes de diamantes


Ano’vo


eu sou alguém com'um como todos'outros' desconhecidos' ilustress
assim escolhi você
valeu' não vou decepcion'ar
ar ar ar
em primeiríssimo lugar
e-u
novament’ ele

Volta
Re-volta

muitas vezes calmo
Outras vezes em fúria
com’ ondas n’ areia
1 ano que chega
a nossa praia
Molhado de sal & Espumante

Sabemos
a vida é líquida
1 soro caseiro
que se vive no mundo
Dentro & Fora
Destes

os anos Velhos
que se Rejuvenescem
no simulacro do Novo
Invenção do progresso
los Mitos los ritos la familia la propiedad a pueda
el Estado




Havia 1 abismo entre o medo e a Coragem
ao adentrar pelo portal Sombrio do templo
1 sinal de Perigo mistério mentira.
1 espaço dedicado ao ilusório Sábado & ao ingrato Domingo
a Morte do pensamento ressurgira mai’surpreendente y Maliciosa
Vestida de vermelho – Libidinosa
pronta a Impedir que a Vida & o Prazer não continuassem amantes
seria preciso enganá-la ou enfrentá-la
correria-se o risco de 1’a Derrota fatal
as Nuvens cinzenta’sumiram do cenári’o
céu da nave convidav’ao Azul marinho das Águas espelhadas
os Corpos Abstratos metaforizavam-s’em sua’ singularidades de santos y santas
o Duelo seria inevitável.
os Canto’sagrados – O Silêncio
Chegar’a hora do confronto fantástico.
Nada mais impediria o embat’ entre o calvário & a sensualidade
O sacro pecado mentiroso havia sido desmascarado pela libido human’a
Cruz fora o pretexto do falso deus
Os fogos eternos etéreos – Sinestesias -
do pretenso demônio seu Anjo de guarda
Fundamentais invenções divinas do medieval cidadão de batina
que acabaria por Possuir a fiel seguidora
Deitados nus no templo a balbuciar seu credo:

- “my god, my Good”

CINEMA IMPERATOR
"Em nome de Deus"
Mama I'm Comin' Home

"... Jueves, un año en un dia,
los Siglos de humanos.
Nosotros continuamos...
Nuestros corazones que nos amaron, molesta los salvajes,
pensamientos para las imágenes...
los Discursos.
Los idiomas...
Los mitos, los ritos, la familia, la propiedad, a pueda... el Estado..."
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manunegra  2263
11-22-2009 07:25 PM ET (US)
Assunto: quanto ao cd
Para: planetfilesbr@yahoo.com.br
não tenho a palavra p/ dizer o quanto eu amei o cd
vc acertou em cheio nas músicas

fiqueimuito emocionada ,pensando em vc,na gente e tudo q houve hoje

a última música realmente é penetrante,entrou no fundo do meu coração
cada vez sinto que omeu amor por vc é enorme sem fim
comvc está?,tudo bem?

ainda sinto seu cheiro ,seu gosto,sua pele,seu abraço,ainda sinto vc comigo
teamo muito,muito,muito.......................................

suaal
manunegra  2262
11-22-2009 07:24 PM ET (US)
siete 7


"eran días sin noches,
había nunca un mañana,
no había horas,
ni la esperanza,
algo de mismo yo encuentro extraño allí la vivió
o se murió despacio”.




fique’sperto


sirv’os en’cantos
meus acordes-
condidos & comedid’os
ócios da solidão.


Ele é o homem gol ol ol ol


ao vers’o
avess’o líricopac’o
sonho’sono pesad’o
pesadel’o ritm’o íntimo.


Ele é o homem gol ol ol ol


como a ond’a
volta redonda
do m’ar
afeit’o furacão.


Ele é o homem gol ol ol ol


por a’í
a’sim
½ torto’zonizado
agonizava & morria só.


Ele era o homem gol ol ol ol



“ - Projetos
pessoais?
CONCLUSÃO.
Continuar, ar ar ar ar...
Plaisir... aussi, aussi, aussi”.

Mi amor no me llama de amor.
“Yo mezo - El amor”.


Envuelva este deseo infantil
De tiempos que pasaron,
Pero ahora que ellos volvieron,
Ellos están callados y misteriosos.

Para guardar un balasto de ese perfume,
Que mantiene en su memoria mi piel.
Ella hace el secreto de los mensajes,
La sensación que algo más vendría de usted

Al oír su voz distante,
Más allá de él está claro
De la mirada que no lo ve
¿Por qué?

Éstos y otras razones agonizan
La verdad en nosotros.
Si ella vive,
Aparezca pronto para nosotros.

Abra los labios y pronuncie su sentimiento,
No esconda detrás
De la palabra ningún dijo,
No haga una fábula de esta parcela.

Hay todavía cronometre en este otoño,
En estos días fríos de los trópicos,
El descanso de un secreto infame y vil,
Cierre del miedo de ningún más que nosotros existimos.

d'il pour elle

Être si simple
Est-ce que c'est un petit?
Avoir des aspirations
Est-ce que c'est beaucoup?

Pour avoir le nom,
Mais ne pas avoir le corps,
Il paraît un peu
Avec n'importe quoi.


Monotype Corsiva-2004

Foward
De’lenda Carthago

Sigilos’o adeus partiu,
Descobrir’a mentira despudorada
... Fragrantes deleites
: Antonímia – desgostosinistri.
“Mistake of the fame printed in the screen of the movies”

De seus
Olhos
Secos,
Que desocupadamente
Olhariam
Quando
A mão tocasse a maçante maçaneta,
Na tentativa ‘Despedisse-se pela porta de saída.
Dedos Lentos - não tentasse ou desejasse tocá-la,
Para abrir
A verdade veracita
Y
Deixasse-o sair, Iaiá.
Saía, iam - descidas pelo esconderijo da’saias.
Desciam
As gotas de o sor’olhar
Pelo
Rosto
Penúltimo,
Salgavam
Com toque
Adocicado,
Íntimo & morto
... Torto
Anjo
Angeus
Angello.

“Los Espejismos de los mensajes
Mensajeros”
Daqueles
Que foram os lábios,
Que tantos
... Tantos & tantos
Momentos alentaram,
Tentaram
Atentaram,
Aqueles Corpos & Imaturos Verdes
... Os dias rélvicos relutavam de dúvidas.
As vidas insanas da insensatez das dívidas.
Maduros pela madureza do declínio desejo
... Sedes vós - voz do absurdo sepulcro
Do silenciar
Tristes,
Amarelados - descorados
Passados nos próximos capítulos,
Em pag’empaginadas no livro do desassossego,
Heterônimo: Antony do Medo,

Segundos - futuros passos
Seguiam, serviam de dúvidas,
Não lhe davam a impressão de partir,
Deixá-la
Assim,
Sim,
Você nem tão triste,
Sem de mim
Nem o beijo,
Com’o último
Gosto encharcado
De saliva.
Tanto
-Fictícias ficções.
Frias
Noites de Bundapeste,
Você fugia do banho dos sonhos
... Esquecia.

Ignorado & ignorante,
Indigna de uma despedida
... Amante,
Falseada – farsante.
Corlírios de morar Brasília,
Laclônico sentimento de gostar do gosto’des
gosto
... Meuzóios vermelhos de gererê,
Nas pradarias notungas do Pererê.


"TESÃO CAMPO SEMÂNTICO DA FORÇA"

_FLORBELA ESPANCA_
Escândalo ou fascinação pelo escândalo... "O maior dum homem? Quando eu sonho o amor dum deus!...".

_UALUA_

La luz de la luna atrae el cielo un objeto ningún identificó
Dos corazones apasionados... O distanció

Linda lua, amiga que brilha no céu.
Souma flor aqui na Terra,
encantada y apaixonada!
Por um astro de seuniverso.

Me gusta usted así... Libre / la luz... Suelta... Absoluto / totalmente para ser
¿bien él me quiere mal él me quiere...

Deusa do amor, linda lua, amiga que brilha no céu.
Avise-o qu'estou aqui, no solo úmido, pelas relvas da saudade...
encantada y apaixonada!
Traga-me o astro de seu universo,

Mal él me quiere... Bien él me quiere yo soy su hombre será mi mujer?
noche... fustigó por el día caliente... Por chillar de los dientes... Para las bocas secas
para los corazones ardientes...

Linda lua, amiga que brilha, no céu.
Souma flor aqui na Terra,
encantada y apaixonada!
Pelo brilho do astro de se'universo.

Las listas... El promedio
Los ríos... El inocente fluido

&

Onde oculta por eclipse seu desejo.
Segredo, sim segredo.
Clandestina, escondida, derrama seu gozo ao astro rei.
Predestinada companhia, por dias, séculos, nem sei quanto tempo.
So'uma flor aqui na Terra, apaixonada pelos raios mágicos de seu Hélio.
Que me dá vid'aroma y amor.
Também quero um pouco daquele que partilha sua luz...

Siéntese
entre
y no me deja más ahora...
Ora pronto ahora fue a dormir

Eclipitica sim, mesmo que tal vocábulo não exista na língua,
pass'a existir para definir seu ci'oculto.
Escurecida, desaparecida, derrama encantos ao favorito.
Lambe com seu gotejar refletido, paisagens, paisagen'sem direção,
Sem sentido. Rastros.
Enquanto eu aqui uma flor adormeço.
Hoje, ontem ou algu'momento dos anos ciganos, não esqueço de que do amor dele mereço y preciso, vivo a esperá-lo desde cedo...
manunegra  2261
11-22-2009 07:19 PM ET (US)
v

Crime é punido com até quatro anos de prisão

EU CRI TU CRESTE – ELA CRÉU...
“Eu quero aquele sapato!”

“Acossado_Godard fragmenta um insignificante ladrão,
Acusado de ter invadido os’acrilegos de uma professora,
Co’mensagen’sexuais implícitas em nome da vítima”.

Emaildava o computer da mestra com’aestria sedutora:

“ `sapatão`, sapatinho - a pergunta: você é obsessiva?
Shoe, the lexotan - léxic’of the style,
A obsessão feminina no livro insone :`Eu quero aquele sapato!`
Marilyn Monroe roubou um altíssimo salto de Hollywood,
"fuck me shoes".
Imelda Marcos não colecionava 3 mil pares - "Apenas" 1.060.
`Eu quero aquele sapato!`
É para quem apenas se reconhece como apaixonada,
Não uma colecionadora compulsiva & promíscua.
- argumentos do macho pênis–
`Eu quero aquele sapato!`
Por dentro da garganta profunda - uma revelação histórica.
O amado salto alto foi inventado por um homem,
Luís XIV, rei de França :
- “Era muito baixo, precisava usar salto-
Ser como era, não o satisfazia com uma min’ereção”
`Eu quero aquele sapato!`
– dizia o rei Sol de purpurinas pelos corredores
A correr de seus afetos totalmente nus y descalços...
Entubou saltos com miniaturas de batalhas famosas ou cenas idílicas....
O verdadeiro rei dos saltos foi Roger Vivier,
Com o qual as mulheres aprenderam a falar de sexo como sapatos
y os homens peregrinavam por um bom par de tênis de mesa.
`Eu quero aquele sapato!`
Nem Imelda, que virou sinônimo para as mais obsessivas,
Nem Marilyn com seu poderoso salto agulha,
Chegam perto da nossa eterna `Bonequinha de luxo`.
Audrey Hepburn - o ícone maior da relação mulheresapato
Esta sim foi a Cinderela Drag, do príncipe Charles da Inglaterra.
- O sapato boneca foi inventado para ela,
, Até hoje não sai da história...
`Eu quero aquele sapato!`
As sandálias famosas do Brasil,
São completamente cabíveis para’s brasileiras,
O próximo produto a ganhar o mundo depois das Havaianas,
Dos biquínis da alta-costura: “que vivam a’sándálias brasileiras”.
Se o Brasil conseguir lavar sua roupa completamente,
Poderá fazer sucesso com estes exportativos atrativos da nossa cultura, sim.
O Brasil está nas páginas do mundo das roupas
Ainda que sujas...
Cáqui há muitas lavanderias, porque não sapatarias?
`Eu quero aquele sapato!`
Pode-se descobrir que sapato não é secundário,
A mulher começa a querer ser mais bonita,
Depois entendem que os’apatos’ão lindos pés fe’meninos& fe’meninas,
Também é muito significativo para as mulheres.
Com a vantagem que nunca machucam,
Seduzem aos olhos fêmeos por suas feminilidades.
Longe de ser uma "Imelda" :
- "Nunca contei aos sapatos que os comprei,
Assim como não contei as vezes por quais deles me apaixonei"
Jáqui agora só mensalões & malas... Disse’u ou não Dirceu-:
“Mariza”
`Eu quero aquele sapato!`
_Homem uni-vos com suas malas malinhas & bocetas_

E por aí iam as profanas y luxuriantes proposições do estudante...

Ainda de acordo com a polícia, o acusado disse que só falará em juízo.

Segundo a coordenadora do Grupo de Investigações da DRCI:
-“O estudante fazia-se passar pela vítima, enviava mensagens com os mesmos conteúdos obscenos até para professoras de outros cursos, além de remeter fotos de pessoas que faziam sexo com sapatos para diversos endereços eletrônicos de amigas da mestra.”


”Freud pode ter origem em rivalidade”, diz a policial:
“Eu quero aquele sapato!”


Assunto: resposta certa....
Para: planetfilesbr@yahoo.com.br
a resposta certa é AMADO E MUITO QUERIDO

adorei tudo ,só levei um susto com a minha foto
demoro muito p/ traduzir

vc é fantástico como pessoa ,como homem como poeta
eu te amo muito
me liga se der

todos os beijos p/ vc
sua Al
manunegra  2260
11-22-2009 07:18 PM ET (US)
RIIISSPAWWW - um raio que os partam

Tranco minha
B'oca
Trincado
Meus dentes
Ante - língua ressecada & muda
Prescrita por um gramático ermitão
- Fundamentalista -
Ou'm torturador de Guantanamo
Que só ouve
O que já houve
Dos heróicos assassinos
Sobreviventes por breves instantes
Da'ntinomia -Paz.


Their eyes are lenses
That enlarge my love
As a passion monster'rível
...Terrivelmente seu
Eu ou alguma da'suas namora'das montanhas
Neste inverno moreno apesar do cinza
manunegra  2259
11-22-2009 07:16 PM ET (US)
Saltimbancos
(um incenso de insensatez)

Sacamekras Sacambu Sacanagem,
Que não saem da lembrança poética,
Ainda que o tempo tente apagar,
Pirilampo - imaginário surge no recitar “o menino poeta”.
Cá no parque um rosto doces lábios,
Gosto de poesi’amor diversão y tudo mais
Que ‘xcit’a alma com uma visão do mundo dionisíaca
Por meio de palavras gestos - pelo meio.
Em variadas posições imagéticas
Tal verdume,
Verde-esmerada verde - e – amarelo verde - esmeralda
Da mata y do gaio, que faz dançar:
Criadora Criativa Criatura,
Linda volúvel sedutora,
Admirável neste mundo novo,
Louco sou... Loco som
Não resisto,
Resisto não,
A pegar com as mãos,
Lamber chupar
Os
Rosear dos’eios das mangas
Rosas’uas.
Outono,
Em seu ventre
Outono,
Em seus olhos
A apreciar meus olhares’eus beijos.
Mas,
Nó’ somos eternos,
Tal o velho terno preto
Do estrangeiro que caminha ao lado do córrego.
O castelo de concreto,
Lá onde houve a tropicália
Nas mãos Oiticicas, Hélio.
As bananeiras Miranda,
Carmem,
A geléia geral brasileira,
A última Hora,
Tanto como O Sol nos jornaleiros
Louvado pra ser louvado,
Ao que deve ser louvado ser louvado.
Neto foi um Torquato,
Chaves de um chiquito
Chupador do pirulito de coco,
Beija flor,
Beija moças.
Beijador sem nenhuma dor,
Beija por gosto
Dos 2 miréis de trocado,
Por vicissitudes passageiras,
Doados ao menino poeta:

“Bem vindo ao mundo o
planeta local
Observando a paisagem
Da minha vida
Trangressao sem ação
Omisso ao desconhecido
Divisivei e permeavel”
(inclusão de planetalocal@hotmail.com)

Ali naquele jardim,
Você virou minha mulher.
Creia,
Nada será como antes ou depois
Da feijoada servida na piscina de corpos surubáticos,
Macunaímicos, a querer fazer brincadeiras
Nas lajes do Parque
De frente ao chafariz,
Por um triz,
Sem tristeza’alguma,
Que as carnes divertiram-se nas duas bocas,
Numa língua copulada à outra.
A sirene tocou,
A luz apagou,
Mas tudo para nós conti’nuou
Nu
Ou nus na escuridão
Sob o céu do herói sem caráter,
A concreta poesia gozou de Amor.

Alguém`uito especial....

bom dia!
um abraço
um beijo

passei a noite toda com vc no pensamento
tenho muita coisa p/ t falar
aguardo sua ligação
linda a poesia!
um longo abraço
um longo beijo
Al


VERÁS QUE UM FILHO TEU NÃO FOGE À RUA



"... teme a própria morte que atura em sobrevida,
ó natureza,
um povo estóico apagado,
pelas trevas dessa injusta sociedade,
ó prisioneiro,
nesse penhor de desigualdade,
fátria madrasta,
escraviza prende arrebenta
y mata.
Brasil,
um pesadelo recorrente
sem amor sem esperança,
temente ao deus descem`esmo a sete palmos,
sem terra y com fome,
às margens das calçadas,
y padecem.
no`seios teus ó triste mainha,
raquítica pela própria natureza,
seja dito por Oscar Wilde:
" ó pátria infame
de idiotas patriotas"
... de um planalto central de suas riquezas,
terra de sangue aterrorizada y triste
tu és Brasil,
ó mátria odiosa,
que abandonas y assassinas
os filhos de suas filhas,
filhos`ois,
ó mãe senil,
prata y ouro Brasil.
mulheres resignadas melancólicas,
menina y mãe infantil,
sois filhas y filhos do
Brasil!"


DOMINGO É DIA DE PARQUE! ÔBA!...
Para: "Chiquito Chaves"
bom dia amor ,estou muito fora do horário mas não resisti e li tudo,foi ótimo, estou mais leve
espero ter um ótimo dia,preciso ter imaginação fértil p/ inventar coisas na colônia

te amo te adoro
tenha certeza disso,
me deseje um bom dia
tenha um bom dia

9999999.....................................beijos e abraços da seu amor
manunegra  2258
11-22-2009 07:12 PM ET (US)
Opiniaticidade Opiniático Opinioso
“presunção dos opiáceos falsos”

“... Les après-midi qui marchent rapidement au nocturne du jour,
Leurs voix et performances apportent quand penser l`inquiétude des nerfs,
Autant que la divagation de la solitude de les vivre,
Continuellement inconnu et seu”.

Que, no entanto,
Meu amor é tanto,
A explodir pelas hemorrágicas veias
Do coração,
Como uma incisão no corpo poético,
Ao sabor de Augusto dos Anjos.

Sentado ao prado encantado das bromélias,
Pasmo meus lábios nos delírios do’seus.
Vinte y duas horas depois do telefonema,
Agora’ali estava fúcuro de saudades,
Nas margens do rio - Marginal Tietê,
Havia uma vala entre os dois mundos.

A filmagem transcorria,
Técnicos maquinarias direção & produção luzes rebatedores – Tudo.
1968 - La Belle de Jour. - um filme de Buñuel
... Interessante incômodo - Além disso,
Séverine descansa o olhar naquilo que está oculto
... Deneuve no auge da beleza se deixa penetrar pelas imagens da nudez.

Esta nueza que você me prometeu o corpo,
Que o meu também foi seu,
No quarto do 3º andar daquele prédio suburbano,
As portas fechadas, as pernas abertas:
-Nós inteiramente nós,
Do silêncio às falas inteligivelmente ‘róticas.

Hoje’stamos
Assim tão sós- Preocupados,
Ridículos de medo y cuidado,
Um’otivo, dois, três, quatro... Tantos,
Um por quê?Um nada do nenhum,
O que interessa é a certeza,

Nossos - Espectadores impossíveis de delimitar,
O que são as "imagens reais" y o que são as "imagens criadas"
Pela fértil imaginação de Séverine,
Neste discretíssimo charme burguês,
Que nos persegue como à personagem,
Se formos os anjos exterminadores do pecado.

“A verdade é
uma observação
um rascunho
que alguém esqueceu
de jogar
fora”
(do poeta planetalocal@hotmail.com)

Monotype Corsiva-2004


De uuma pessoa que:
Assunto: Re: teamoteamoteamoteamoteamomtcho
Para: "Chiquito Chaves"
que surpresa!
fico emocionada em pensar quantas vzs escutei essa música como um hino ao amor e agora vc "canta" pra mim!
hoje acordei feliz ,pensei muito e descobri q posso não ter esse sentimento ,d q estou destruíndo um lar.

vou tentar pensar sempre q aconteceu prq era pra acontecer,era a hora,eu t procurei e achei,pronto e ponto.

beijosbeijosbeijos

SILÊNCIO
(a pausa)

“Nella scatola sigillata
È seppellito a sette spanne
La cornice della croce eternizza
Il romanticismo
Morto
Alla morte fu promessa
Byron”.






Finalmente

O fim que chega ante tudo,
Indeterminável, porém preciso.
Nasce ao primeiro olhar nebuloso
Da vida.
A hora de nascer,
A hora H
... O dia D

O momento dantes.
A faca entre os dentes,
A mordida ou a lambida incisivamente fatal,
O sabor de gente,
O aroma de antes.
O início é o princípio implícito do
... Fim

“Yo canto inmóvil,
sin lamento ni perdón.
Se volvió nuestro mundo
el extranjero..”.


AOS QUE NEM VIRAM NEM OUVIRAM, deliram.

ZUMBI, LAMARCA, MARIGUELA.
Revirada na quadratura do círculo terrestre
Um atirador de elite, franco e mágico nos desejos da sua luta. Câmera precisa, antigo fotógrafo, doutor, curador de injustiças Preciso felino, nas matas junto à natureza, a frieza do caçador de imagens, do pescador da vitória final, nas montanhas andinas, no litoral. Da ilha desembarca, a barca dos guerrilheiros. Cravejam seus belos olhos, olhares, negros e brancos. Azul do planeta vermelho dos sangues heróicos. Santos do rio da Prata, Bolívar, San Martin.Navegador das mudanças do rumo social. Guerrilhas românticas, Buenos Aires, Havana, Angola, Bolívia, ácida e trágica, assassinaram o corpo da grande Pan América Um sonho americano de justiça, igualdade e amor.Guevara vive nas páginas da história, nas mãos nos braços da humanidade, seus gritos de liberdade....
ZUMBI, LAMARCA, MARIGUELA.
Se vuelto en el quadratura del círculo terrestre
Un disparador de la élite, franco y mago en los deseos de su lucha. La cámara necesita, el fotógrafo viejo, doctore, curador de injusticias el felino.

Louco pasmo & faminto - tô cum fome tô cum fome,
Agarrado a porta do trem que corre nos trilhos,
Agarrado à garrafa tosca da encruzilhada - álcool puro.
Agonia poética, o silêncio como licença de pausa,
Ninguém mais do que mais ninguém espera - A estação do medo.

Solitário o rio atravessa a mata em chamas - A locomotiva impávida desaparece sem rumo
E o gosto do inferno arde nas águas que correm.
O doce lar, já se fora - tô fora - tô no mundo,
Sorrisos passantes, ironias dos tratantes maledicentes.
Quando? Qualquer dia, talvez por um motivo infeliz,
Os milhares de anos que passam - agora,
Nascido pirata dos sete mil mares, pescador de ilusões - sou?
E o tal amor foi que nunca mais voltou,
Estamos distantes e alienados no desejo e na paixão.

Paolo de Castro

- A virtude



Ua
aaaai
iiiiii
iiiiiiiii!





Pra frente
Pra trás
Pros cantos
Pros lados
O ferro engoma
O chiclete é goma
A gola engomada
Pronto $ resmungante
Lá vai - vai vaidoso
O Janota tropeça
No próprio pisar
De superioridade
O tombo é hilário
A espreita um olhar grita arregalado
A triste sina
Da cena triste do filme pastelão.

"A poesia, gente fina,
É outro fino
... Pra incendiar".

Donald Macdonald
O Comédia



Sofà... i Baci del sempre il Suo
manunegra  2257
11-22-2009 07:03 PM ET (US)
“ÍNTIMAS PALAVRAS... 1979”

“O beijo, amigo, é a véspera do escarro”(Augusto dos Anjos)

“_ NEVER MÁS _
Los preludios
sin la dirección...
Yo prefiero huir,
para falsificar para morder mi boca seca,
para beber el resto de la saliva...”


Há de se ver o abstrato como inscrições no concreto.

A mais antiga verdade da vida... O exagero do desejo.

Ne’mesmo a ingratidão – esta exegese da paixão –

Impedirá da expressão extravasar o silêncio.


“La resaca
de la pesadilla del inexistente,
nosotros soñamos uno por lo menos
Yo juego completamente,
en esa procesión,
cerca de una estela.
Inerte...”


Até sobrepor a’sirenes, os gritos, os tiros... O medo.

Human’ou desumano, um dia adotará a coragem.

Habitante da selva urbana, fera da grande cidade...

Y aind’assim declarar seu amor, seu segredo...


“El solo ataúd,
se muerto la pasión...”


Aces’o baseado, entre colas de sapateiro, o refinado amor de menino,
Iludid’ou não, perdido, vivo sobr’essa terra.


Incendeia o coração apaixonado pela vida.

Durante o ósculo, 1 beijo molhado no espelho, balbucia:- “eu te amo, eu te amo...”

Na própria face clonada, cópia das infelizes, solitário’serão seus dias d’excluído.

A lembrar apenas que os seus olhos vêem, os corações alheios não sentem...


“Yo canto inmóvil,
sin lamento ni perdón.
Se volvió nuestro mundo
el extranjero..”.

FEROZ/CIDADE



Invadida m`inalma chora encolhida
Sem olhos / um rosto disforme
... Destorcido.
Resvala em`im
... Estremecido/ envolvido pelo medo
...Escurece o tempo/ a luz cigana
...Embrenha-se nos guetos minha coragem
...Em`eus momentos mais afoitos/ escondido dos espertos`eres do dejeto
...Sujeitos`em predicados/ objetos do delito
... Conflitos armados
Temporais Chuvas de balas y granadas
... Fuzis ... Fugi ou não fugir...
... Policiais bandidos


.. A bola não rola neste jogo,

O presidente metalúrgico ao lado da “rosinha” pendurado em uma gaiola das loucas, protegido, chora triste e indignado com a derrota da seleção brasileira de milionários e famosos futebolistas.

MISÉRIA lat. miserabìlis,e `digno de compaixão, que inspira compaixão, patético, triste, lamentável, deplorável`; ver miser-; f.hist. sXV miseravel, sXV miserauel, sXV miseravell, sXV mjserauens

“Cada día millones de hombres, mujeres, niñas y niños viven bajo la amenaza de la violencia armada. Cada minuto uno de ellos muere asesinado. Desde las bandas armadas de Río de Janeiro y Los Ángeles, hasta las guerras de Liberia e Indonesia, las armas están fuera de control.

Las armas ligeras contribuyen de forma significativa a la pobreza y al sufrimiento y desarrollan un papel clave en las violaciones de los Derechos Humanos y del Derecho Internacional Humanitario. Se infligen más heridas, muertos, desplazamientos, violaciones, raptos y torturas con armas ligeras que con cualquier otro tipo de armas. Por este motivo, el secretario general de Naciones Unidas las calificó como "las auténticas armas de destrucción masiva".

As redundâncias: O PERIGO DO MEDO DE QUEM TEM PAVOR
E O PAVOR DO PERIGO DE QUEM TE’MEDO

Eu amo esta mulher em que até agora pensava
Subtendido pelas tristes - trágicas imagens do cotidiano citadino,
Que vejo pela janela do ônibus assustado y revolto.
Sinto que alguns outros nas ruas - em seus carros levantam os vidros blindados,
E chamam a polícia são os Patrícios & Patrícias,
Filhos da sucessão de equívocos da dicotomia do “VIVO OU MORTO”


Quando se volta ao ponto de partida,
Retorna-se à ambigüidade redundante,
Tal o olhar antigo das bocas espantadas e abertas da gente,
Desta gente hoje - anteriormente trágicas – silenciosas,
Que se pronunciam pelas injúrias - injustas medidas da exclusão,
São estes os punidos aqui neste mundo.


De fé fome medo,
Ser um secreto desejo da morte,
Não faz de ninguém mais forte.
A sorte é ingrata,
A dor mata o corpo encolhido
Pela beligerância da caç’ao oprimido.


Sentir aquele frio na espinha,
Dorsal - boçal da miséria estúpida – colossal.
Como um suor frio das enunciações do perigo,
Que passa de criança às outras crianças até chegar ao mais velho ser destas “calles”.
Cândid’olhar da ternura que assusta,
E põe culpa em quem olha


Mistura o projet’ótico
Da visão crítica daquele que antes era um amante
E agora esquecido do belo encara ‘a fera.
Ao crivo da sociologia - da história
E a memória longa – rápida em flashback,
Encurta-se num prato de comida velha de mais um dia que passa.

Brasil tem quase 100 mil milionários
O número de milionários no mundo aumentou 7,3% em 2004, para 8,3 milhões de pessoas, crescimento ligeiramente maior do que a expansão de 7,1% registrada no Brasil, onde subiu para 98 mil o número de pessoas com mais de US$ 1 milhão.A informação é do relatório World Wealth Report 2005, divulgado nesta quinta-feira, segundo o qual a riqueza acumulada passou para US$ 30,8 trilhões, 8,2% a mais do que em 2003.O relatório considera milionário quem tem um patrimônio em ativos financeiros maior que US$ 1 milhão; "milionários médios", quem tem entre US$ 5 milhões e US$ 30 milhões; e "ultra-ricos", quem tem mais de US$ 30 milhões. No ano passado, cerca de 7,45 milhões de pessoas conseguiram acumular uma riqueza de entre US$ 1 milhão e US$ 5 milhões, 745 mil entre US$ 5 milhões e US$ 30 milhões e apenas 78 mil foram consideradas "ultra-ricas".
No total, os milionários representam apenas 0,2% da população mundial, mas acumulam uma riqueza equivalente a 25% de todo o dinheiro disponível em mãos particulares no mundo. Na África, o número de milionários aumentou 13,7%, para 100 mil pessoas; na América do Norte, 9,7%, para 2,7 milhões; no Oriente Médio, 9,5%, para 300 mil; na Ásia Pacífico, 8,2%, para 2,3 milhões, e na Europa, 4,1%, para 2,6 milhões. Nos EUA, por sua vez, o número de milionários aumentou 9,9%, para 2,5 milhões de pessoas, e no Canadá o crescimento foi de 8,3%, para 217 mil.

chi pra al




Sou seu baby
Sou sua granada
Você minha girl,
Minha n`amorada.

Sou seu olhar mais velho
Aos meus vetustos olhares
Mais velhos ainda,
Mas`omos
... Fomos
Até que as ruas y calçadas gastos pelo pisar - andar
Dos humanos
O tempo
Passa, passa ela ele - Passarela destas vidas paralelas
Ele também é coisa de gente, E como tal nos encontramos, TCHUM!

Não se importe coma brisa passageira, O VELHO ZÉFIRO,
Faz parte do enredo.
Não estamos aqui a voltar nossas vidas,
Estamos a olhar nossos pensamentos,
Estes momentos sim
Serão estéticos,
O resto a gente joga no lixo.
Menos o amor, é claro!
... Este resiste bravo - explosivo



eu te amo

Sobporos

noco
rpos
oboc
orpo
osso
pros
dosp
oros
sobp
oros

Frederico Barbosa

Al che qui arriva


Tre diligenza di povertà
Aggiunto a due porzioni di ingiustizia
Un pianeta di morire di fame e rinnegato
Morto e torturò dalle guerre
Noi siamo qui nella Terra

Mi amor no me llama de amor.
“Yo mezo - El amor”.


Envuelva este deseo infantil
De tiempos que pasaron,
Pero ahora que ellos volvieron,
Ellos están callados y misteriosos.

Para guardar un balasto de ese perfume,
Que mantiene en su memoria mi piel.
Ella hace el secreto de los mensajes,
La sensación que algo más vendría de usted

Al oír su voz distante,
Más allá de él está claro
De la mirada que no lo ve
¿Por qué?

Éstos y otras razones agonizan
La verdad en nosotros.
Si ella vive,
Aparezca pronto para nosotros.

Abra los labios y pronuncie su sentimiento,
No esconda detrás
De la palabra ningún dijo,
No haga una fábula de esta parcela.

Hay todavía cronometre en este otoño,
En estos días fríos de los trópicos,
El descanso de un secreto infame y vil,
Cierre del miedo de ningún más que nosotros existimos.

d`il pour elle

Être si simple
Est-ce que c`est un petit?
Avoir des aspirations
Est-ce que c`est beaucoup?

Pour avoir le nom,
Mais ne pas avoir le corps,
Il paraît un peu
Avec n`importe quoi.



-tatj-Impact-1998

A dança do ventre
Un sueño...

En un sueño suave, un sueño bonito entró,
Los dos de nosotros juntos, para los momentos despiertos... Enamorado.
Aun cuando por la suerte mala, amar fueron, para soñar súbito y pasajero...

da fascinação

Seria uma fábula a origem deste amor
Ou fosse o enredo a sua própria história,
O lírico amante sombrio e só
Esperaria, esperaria...

Desde quando o sol queimava sua paixão,
Até ali, molhado e solitário,
Não esqueceria, não...
Ela a sublime princesa e dançarina,

Ele um pobre molambo no parque,
Lembrava e sempre lembraria,
Lembraria...

De sua - Íris,
Daquelas noites e madrugadas insones de um amor impossível,
Mas, ela voltaria, com certeza voltaria...

Sou um fio dourado minha doce pequena
Apenas um laquê no penteado deste plebeu disfarçado
Um bandaid trocado na ferida do amor maculado.

Um beijo roubado. O abraço apertado prometido,
Jamais dado, uma triste saudade.
Esperarei sempre por você - Fascinado...

Baby Granada -1998
"It is pure nonsense to lose the courage..."

Terra em trânsito

Você é o ar que o vento me assopra nas ventas,
A minha paz,
Faz-me dormir acordar sonhar,
Diz ser um passarinho,
Mesmo que se disfarce em uma pombinha cinza,
Poluída pelo céu da metrópole.
Ou não será aquela gaivota que atravessa o vermelho ardente do sol,
Aos mergulhos no mar com suas peixarias,
Para voltar bem`ais tarde pelos contornos da lua de Copacabana?
Você voa,
Isso basta pra`mim.

Sólido solitário do solvente habitante de uma quitinete, na Barata Ribeiro.
Que deita com travesseiros entre as coxas, no velho sumiê estampado da sala.
O cigarro (poderia ser qualquer tiipo de fumo) aceso a queimar meus dedos,
Já não fumo, nem bebo do copo de rum abandonado no chão.
O livro fechado se isola num canto com seus personagens dopados.
Servente aos magos urbanos, apenas ali eu e João que canta pra mim - Insensatez.
Na selva de nãos néons e freadas, tiros?
Nem durmo, surdo que fico com loucaSSirenes,
Sonho acordado a lh`esperar aqui no 27 º andar.
Você voa,
Isso basta pra`mim.

bj
u2

DE ALGUÉM`UITO ESPECIAL...

Sempre e sempre, não sei com será

não quero me afastar de vc nem depois da morte,eu não sei como é mas quero q vc esteja bem perto de mim

como vc escreve um conto desses?

vendo as suas fotos sinto uma saudade muito forte

vc disse q eu sou misteriosa está errado
manunegra  2256
11-22-2009 06:51 PM ET (US)
la mañana buena.


“Nosotros jugaremos de doctor
Mientras los lobos no llegan y nos castigan
Nosotros jugaremos de fechar
Y besar se aglutinaron
El labio al labio
Sin nadie perturba
Nosotros colocaremos los cuerpos en la Utopía del hambre
De quién come o de quién alimenta
Para el placer de la vida
Antes de del día D
Anteriormente de la hora H
Y cuando ella llega
Nosotros estaremos lejanos
... allí”
... En un día
Ella siempre estaba en mis dedos
En mis manos
Delante de mí
Yo no vi

Ella no la tocó
Ella desapareció
En cuanto a un encanto
En un momento loco
En esta rapidez de la canción
De páginas

Un nombre aparece
Una figura
Un cuerpo
Una cara
Era ella
... Mi novia
(Un arrullo los corazones)

... Num dia


a dream...


Make me the one that my eyes see to have faith.
Debilitates my body, moistened in tears.
I suffer the pain of a lonely heart,
Of those that the eyes see, for among a solarium,
But the life and the love renounce.
My gentleman, the humans` God,
Do that my Provençal ballads and rhymes,
They swallow the beautiful and charming Lady,
Of my glances and you sing...
In a soft sleep, a beautiful dream came,
Both of us together, for awake instants... In love.
Even if for bad luck, to love went, to dream sudden and passenger...

la fascinación para D.Juan ...

isse em 12/06/05 11:01

DE ALGUÉM MUITO ESPECIAL

escrevi um montão de coisas pra vc então irão beijos,abraços e beijos e braços...
vou t ver no sábado?
vc disse q me liga no sábado eu aguardo
tenha um a excelente semana
estude muito
beijos
abraços
Al


"Onde cu de bêbado não tem dono"(roletas & proxenetas)


Fanáticos falastrões "bestiais tecnocratas & burocratas carreiristas",
-Não amam, só empatam fodas- às custas bajulares dos bagos mandatários.
Espartanos guerreiros das materialidades de seus ganhos pecuniários,
A hipócrita conquista da humanidade estilhaçada.


Sofrem o desapego da sensível simplicidade da vida.
Um dia de conquistas endinheiradas comemoradas,
Entre eunucos $ prostitutas nuas engravatadas,
Noite noitadas a rodo das madrugadas,


Rejeitam os que amam a vida desmaterializada
Assim como tais a simplicidade.
Simplesmente vive-se a vida dada ao corpo nu que nasce,
Igual aos outros corpos nus que choram as desigualdades de suas mães


Neste excerto planeta das injustiças,
Diversidades são úteis e vulneráveis aos preconceitos.
A imperfeição é eterna companheira da humanidade,
Injustificável a quem com ela se acomode e deixem-se aceitá-la como postulado.


Até que a cortesã morta seja ofertada na mesa em nome do sacrifício da orgia
E um qualquer dos oportunistas corriqueiros arrie as calças,
E ofereça-se como a mais cobiçada bunda da rodada.
Aleluia, no domingo ainda ardido $ dolorido em dízimos pague seus segredos.
manunegra  2255
11-21-2009 08:38 AM ET (US)
http://www.fotolog.net/ticha
Oi...

ando num sem tempo... de dá medo!

adorei o post de hoje... foto e texto.

acho bacana o jeito que vc
"junta" tudo e todos!
Colagem literária...

um beijo nocê sr. chiquito choquito caramelo chaves
manunegra  2254
11-21-2009 08:37 AM ET (US)
De uuma pessoa que:
Assunto: Re: teamoteamoteamoteamoteamomtcho
Para: "Chiquito Chaves"
que surpresa!
fico emocionada em pensar quantas vzs escutei essa música como um hino ao amor e agora vc "canta" pra mim!
hoje acordei feliz ,pensei muito e descobri q posso não ter esse sentimento ,d q estou destruíndo um lar.

vou tentar pensar sempre q aconteceu prq era pra acontecer,era a hora,eu t procurei e achei,pronto e ponto.

beijosbeijosbeijos
manunegra  2253
11-21-2009 08:37 AM ET (US)
espectro, a caixa de cores

se a cor de dor for amarela,
se da morte violenta for vermelha,
qual a cor da igualdade?
cum, com - vitalidade de linguagem
a qualidade cromática de uma fotografia
propriedade de quarks e gluons que,
na cromodinâmica quântica,
tem um papel análogo ao da carga elétrica .
enquanto a carga elétrica existe em dois estados,
positivo e negativo,
sensação que certas qualidades do som despertam por sinestesia
a cor apresenta três possibilidades designadas como vermelho,
propriedade de radiação eletromagnética,
com o comprimento de onda pertencente ao espectro visível,
capaz de produzir no olho uma sensação característica .
outras condições fisiológicas podem resultar na mesma sensação,
verde e azul,
mas luzes cronáticas da harmonia
serão caras barras douradas do tesouro,
ou o branco newton de seu disco?
manunegra  2252
11-21-2009 08:35 AM ET (US)
Opiniaticidade Opiniático Opinioso
“presunção dos opiáceos falsos”

“... Les après-midi qui marchent rapidement au nocturne du jour,
Leurs voix et performances apportent quand penser l`inquiétude des nerfs,
Autant que la divagation de la solitude de les vivre,
Continuellement inconnu et seu”.

Que, no entanto,
Meu amor é tanto,
A explodir pelas hemorrágicas veias
Do coração,
Como uma incisão no corpo poético,
Ao sabor de Augusto dos Anjos.

Sentado ao prado encantado das bromélias,
Pasmo meus lábios nos delírios do’seus.
Vinte y duas horas depois do telefonema,
Agora’ali estava fúcuro de saudades,
Nas margens do rio - Marginal Tietê,
Havia uma vala entre os dois mundos.

A filmagem transcorria,
Técnicos maquinarias direção & produção luzes rebatedores – Tudo.
1968 - La Belle de Jour. - um filme de Buñuel
... Interessante incômodo - Além disso,
Séverine descansa o olhar naquilo que está oculto
... Deneuve no auge da beleza se deixa penetrar pelas imagens da nudez.

Esta nueza que você me prometeu o corpo,
Que o meu também foi seu,
No quarto do 3º andar daquele prédio suburbano,
As portas fechadas, as pernas abertas:
-Nós inteiramente nós,
Do silêncio às falas inteligivelmente ‘róticas.

Hoje’stamos
Assim tão sós- Preocupados,
Ridículos de medo y cuidado,
Um’otivo, dois, três, quatro... Tantos,
Um por quê?Um nada do nenhum,
O que interessa é a certeza,

Nossos - Espectadores impossíveis de delimitar,
O que são as "imagens reais" y o que são as "imagens criadas"
Pela fértil imaginação de Séverine,
Neste discretíssimo charme burguês,
Que nos persegue como à personagem,
Se formos os anjos exterminadores do pecado.

“A verdade é
uma observação
um rascunho
que alguém esqueceu
de jogar
fora”
(do poeta planetalocal@hotmail.com)

Monotype Corsiva-2004
manunegra  2251
11-21-2009 08:34 AM ET (US)
... Insomnie


“... Avec moi ou sans moi
Amour
Vous
Ou quelque chose comme cela
... Être ou n`être pas
Cher
Ou
Repoussé
N`exister pas
Fondamental
Pour tel...
Amour du carnaval?”.


********************- a tigresa e o paraíso -********************


“Esta é a estória parodística da maçã d’Eva”.
Todos eram sem exceções atores d’uma poesia.
Intertextualidades transportadas por mentalidades,
magias y orgias entre 1 mago & 1’a espada e um deus absolutista”

“... Logo, log’o surgira 1’a enorme caixa,
carregada por 4 eunucos
... Eram turcos ou curdos,
não se sabia.
Poderiam ser kosovares, chechenos,
Sudaneses
ou de quaisquer nacionalidades...”

“Ouçam o silêncio!
1’a voz imperativa ordenava.
Com’o é contraditóri’ouvir o silêncio,
mas ouvia-se.
Toras enormes de madeira formatavam àquela enorme caixa.
Dela sairia à ninfa _Pandora _
A esbanjar tod’a beleza, esplendor y perigo.
Seduzia o encantador de serpentes _ Prometeu Acorrentado _
Engolido por pássaros monstruosos,
elaborados pela mais moderna tecnologia.
1’A COLABORAÇÃO DA MÁQUINA DOS TEMPOS
... Construída pelos mandatários de _ Zeus _
Falsos y mitológicos paradigmas clássicos do _ Olimpo “ou do” Pentágono _ ”

“... Enrolada em trapos y tentáculos trari’a ilusão da fantasia.
Contra tod’as filosofias da estória y historiscimo
... A História vive sua dialética materialista.
Não habita o feu’do’seminaristas nominalistas
... Escolásticos.
Seu tempo presente acompanha o método,
objeto y a fidedigna pesquisa histórica”

“... Lá das frisas deliravam os neoliberais,
fudamentalistas y comensais burgueses
Acompanhados de seus prepostos, militares generais.
Senhores das guerras das trágicas,
Produtores do espetáculo.
No mínimo esqueciam que este texto desvairado,
imagens do louco autor que observava entre as páginas o incesto
de
Édipo y Jocasta,
Que travestidos de tigresas vermelhas.
Invadiam os cenários,
para alegria de Freud y Jung y seus arquétipos
destruia’mitos & alegorias inconscientes.
O final desta História?
... A platéia que construísse’m seus destinos”.

( o autor de tanto olhar entrou na suruba daqueles a quem corujava, e dele jamais se ouviu falar mais nada ).
manunegra  2250
11-21-2009 08:33 AM ET (US)
Absolutamente sexy...

Imoralidade...imoral idade / na tarde que arde ao sol...
Que brilha a cidade... nua /desacompanhada y desavergonhada
Púbis pelos dourados...pernas y braços malhados
Suíte Malvinas...és tu mulher
Anti Thereza
/ santa difamada / nas vacâncias do poder das lutas... entre bem y mal
grita / gritam y gritariam
senhora da conceição...
Pendurada
num varal/ no prédio ao lado ao seu
Por dois pregadores de metal
Esticada / seca ou úmida / tímida / pronta para ser engomada
dona de casa / de dupla jornada
... fiel ao infiel / que a maltrata
Trata de obrar no banheiro /
...Sua tristeza
sua força destrutiva / digestiva / ob / obsessão por sofrerNos cantões dos conventos e claustros clausuras
Pegavam-se as moças imprestáveis y a tornavam em dionisíacas mulheres
A promiscuidade clandestina / em troca
A peste negra matava Europa / rota /dividida /na brancura cristã /crônica / bubônica y sifilítica ...
fome... do que comer

Conde / barões versus mouros mulçumanos / todos humanos
a guerra santa dos povos árabes y seus sabres
inferno de lúcifer y dos bruxos... bruxos ateus /contra as falas de DEUS OU ALÁ...
Santos que tanto custavam seus preços e apreços... indulgências em ouro
A santidade y a beatitude / ostentação melancólica...da baixa a alta...
Idade média
Onde papa y até uma papisa
Eram o poder do divino / futuro do príncipe de Maquiavel... Juros por injúrias
manunegra  2249
11-21-2009 08:32 AM ET (US)
_ANGOLA OU NUNCA_
... Brasil
"Siete palmos de la tierra
Un centímetro cúbico de oxígeno
Sin cualquier valor en la vida
La fatalidad de los desiguales
Es la farsa de la dominación de los podridos poderoso
Y quién deteriora es la sociedad... "

COMO RECONSTRUIR UM CANTEIRO MINADO
Y
PLANTAR FLORES NESTE NOVO JARDIM?

Luanda
... Soyo
... Ambriz
... Malanje
... Porto Amboin
... Lobito
... Benguela
... Huambo
... Lubango
... Luena
... Menongue
... Nanibe
... Malanje
... N’Giva
... Gabela
... Lucala
... Saurimo
... Maquela do Zombo
... Negage
... N’Zeto
Luar de prata petróle’ouro óleo qu’engorda y mata
... Diamantes- dias y dias- gentes por indigentes
... Choro’sem fim- amantes da materna terra
... Infátria que mina,
As águas vermelhas
&
O barro brilhante
Enfim nós angolanos

Aqui nós brasileiros da Silva
“De pé, mirava e estalava as unhas,
Além daquelas 6,
Os dedos da criança parecem ainda trêmulos,
Uma de suas raras distrações era sofrer o constrangimento.
Homens de verde conduziam
Morro abaixo um corpo ensangüentado.
O soldado negro e o’utro branco que os serviam,
Ajudaram a jogar o corpo pela ribanceira;
Aquele resto de gente gemia,
Vozes confusas e pouca luz, nenhuma.
... No dia seguinte jazia”

Na espreita uma sombra clandestina.
Seria ou não seria?
MATUTO, o bugre do milênio.
Êta século novo cravejado de falsas esmeraldas,
a espera dos assaltantes, meliantes,
militantes e o atravessador de catástrofes.
Assinando & assassinando a língua,
à míngua, enforcado o vernáculo prescritivo.
Previa o podre oráculo dicionário pobres estrofes parnasianas.
Computador otário, estrangeiro.
Somos digitadores nordestinos, caipiras, boiadeiros, índios, gaúchos.
Afro-brasileiros, espólios do estóico final do século vinte.
Contamina, destrói, virótico, agonizante, sexo inseguro.
Mora agora, no escuro do quarto andar,
média ou mídia, direito crítico de assistir
sem que possa decidir quanto ao manto protetor,
provedor do medo,
ano após ano, guerra após guerra.
Atrás do muro a vítima e o torturador.
Nas esquinas as feras.
Nos mares as naus traficantes.
Trafica desde cedo a palavra exata do colonizador sadomasoquista,
apologista da conquista do mercado disfarçado de neoliberal,
mas na prática pedófilo tropical,
que nas mal contadas histórias escambeia pobres crianças,
como lobo velho de história,
comia e matava.
Em praças y grutas,
Em nome da paz do grande senhor do norte da morte.
(SILVA, ZÉ).
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