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Topic: manunegra
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manunegra  2010
11-08-2009 07:23 AM ET (US)
O SILÊNCIO NA FLORESTA
SALVAÇÃO NACIONAL
(Exterminados y desaparecidas/ contrabandeadas...)
Pássaros... Faunas/ animais... Anjos da guarda...
Sem asas/ sem vôos...
Entre grades y cativeiros...
Execuçõe’sumárias...
Mortais... Velas y orações... Velha senhora...
Saudades... Antigas florestas y matas...
Habitat’s...
manunegra  2009
11-08-2009 07:23 AM ET (US)
_ SCARE IN BRASÍLIA _

"Aims y rifles"
(INTERESTS Y JURAS FOR YOU FMI)

"2,3,4,5, el amor,
de mi eternidad... "

The moon was pushed forward and back...
With the belly or with irony.
I balance of the hours... Beyond sea... Trips... Waves...
Now and olás... Olas /
Waves of I radiate... Tvs... Internet.
General Globalizacion.

"los labios son las compañías que la vida sofocada"

_ Passed at the dungeons, the rebellious youth`s memories...
Rains of sand and of hate - Chuviscose risks... Fine Swiss - Albino... Webs of spiders Nazi murderesses... Doctors of the fear and of the cowardice.
Historical scenery of the cruelty...

it "recovers la mouth for hablar con voice hueca... "

It snowed, cold landscape... Awful scene of the terror. Tortures and interrogations.
Red faces/ blood... Dreams/ nightmares...
Saaras - Sarabalas... brilliant Explosions / Of the wars... In the silence of the voice /
Enemies of the peace, of the pharaoh immortal, ancestral...
Prague of Egypt... Died, hung by the pain, for the scream...
"La belal mujer... la mujer “Totally beautiful”... el nude Liar
en la bañera... "

The infidels demanded alone shouts, with shocks and clubs of macaws: - Names? Addresses? Passwords y rages? Everything wants that you know... we Go say...
_o silence the killed_

"Flooding of crimson roses... "

Executioners of Sumérios, agents of the evil... Coconut trees of the beyond...
Kidnapped Sabinas and rescued / invisible Deaths and the exile...

One "En
ellos if distant casarán / la virgen... "

To accompany the light for the trail... I Shine that shine
and
the sky lends, in four phases...

"los pechos sólo suyo
el femenino... "

it appears for the openings, of the windows... Dark rooms...
"con su aimed at mundane of one
el crystalline prism... "

In the tavern...
Table formed formerly by order of 4 aces
y
1 coringa...
They remained now in that episode, 5 ghosts and 1 alive desire or also died by the consumptive killer.
They sought for the "Melancholy", funereal diva, resident of the graves, gift of the cemeteries.
Lewd voice, hidden, mysterious erotic y... Their fetishes were scarves, veils or pearl necklaces... opios, wines y absinth... ECSTASY, ecstasy...
Night. Centuries of the evil...
Of bar in bar, without love, without firmness... Inebriated.
Only accompanied of his/her only company,
the cough /her lady / her asthma...
Their weapons the poetry.
Lying in the bed of that house,
located in the "Ghost City", of the romantic soul.
manunegra  2008
11-07-2009 03:21 PM ET (US)
A Tabacaria Westminster74

(um discurso indireto livre.)
FEROCIDADE ES ATRACTIVO
“... Invadido que mi alma llora se encogido
Sin los ojos / una cara deformada... Enderezó fuera.
Las diapositivas en mí... Tembló / involucró por el miedo...
Oscurece el tiempo / la luz gitana... ”.


esse chorar de um bebê que incomoda,
estranhas emotividades que se fazem desaperceber ao protagonista,
ainda que o intruso narrador ouça e insista que veja o perigo,
guerras continuam e bombardeios matam inocentes.
com’o diegético programa de uma TV,
a passar na caixa de imagens falantes,
bem na hora do jantar.

“... nada até agora existe ali de extraordinário, entre aquelas páginas escritas pelo produtor textual, há uma porta incomensurável escondida, supõe-se que dela surjam uma longa escada de 979 degraus...”

havia a exterioridade do mundo,
a maioridade dos cães da matilha mal alimentados, fardados,
que faziam às mães preocuparem-se,
elas tinham medo daquele ambiente suspenso por andaimes eletrônicos,
para que melhor se visse o espaço narrativo da destruição,
mas até agora o narratário só ouvira choros de um bebê imaginário,
supostas menções a uma enorme porta
e um armário para poder prover com armas,
sua sentinela protetora,
a guardar imaginações do inconsciente tempo psicológico da trama
ou da ação...

- o bebê continuava a chorar,
insistia o narrador invasor,
havia o perigo:
- restaria descobrir uma saída para o enredo...


“... Urbano ningún más largo es área digna de la metrópoli...
Disminuido y restringió en el mapa...
Los ritos Satánicos... Divino / los vinos / el whisky... Los alcaloides...
escape que se muere y no vive más, objetivo... Nunca valiente, la sota de oro...
Los euroes y dólares... El petróleo y las industrias bélicas.
Adverbio de la manera o lugar / los intensos temblores / las explosiones ensordecedoras en las varias casas, guerree aquí está en la guerra... Las miradas de los hombres... Ciegas los suburbanos urbanos... ”
(Lucida Handwriting-1997
manunegra  2007
11-07-2009 03:19 PM ET (US)
Angsana New-2001

RELEITURAS DE FOUCAULT

“A peste emocional da humanidade defronta-se através dos tempos com a plena responsabilidade do assassinato de Cristo - Assassinato da “vida”, qualquer que seja sua forma ou sob a qual é apresentado - Um teatro, um recital, um presídio,
um manicômio ou’m cemitério absurdo.
Nem surdo - Nem mudo, cruel - Cru, real ou matrix desses mundos onde somos atores e produtores – Agimos - Coagimos e nos emocionamos.”

“DETALHES DO’SOFRIMENTOS,
UM FRIO NA ESPINHA
A CASTIGAR FUTUROS DEFUNTOS”.

Louco & Literato
Corre atrás da sombra do medo de Cascadura à Central,


“Lembranças de uma overdose”


Sim, um camarim no fim
Do corredor polonês
Fielmente e finalmente
Arrasada ou arrasado
A pingar
O plasma vermelho
Fictício e inverídico,
O líquido vital
Transparente
Miragens não existem.
Escutará um bang!?
Um tiro amigo
Ou inimigo
Uma bala
De sabor perdido
Tudo que via e ouvia
Era a própria fantasia

O palco de Miguel Piñero

Estúpidos letreiros - Bilheteiros, banheiros.
Neste palco - Sou um piolho assassino,
Vampiro
A sugar o sangue de suas cabeças (disfarçadas por cabelos).
New York City - Prédios seringas
Pingam - pingas & pingas – pingam tédios - Heroínas.
Teias de arranha-céus
Cobrem os céus da liberdade,
Mortíferas morfinas
Injetadas em veias - Enlouquecidos nas esquinas
Oferecem e negociam drogas aos esquecidos meninos e meninas.
A dor de cabeça contínua
Qu’esmaga cérebros...
Tratante, assaltante, viado, meliante, viciado - Amante de suas filhas,
Marido dos seus filhos - Com’o foi do desconhecido pai.
Louco pela sua’rte que ataca com a língua e mete a linguagem...
É o antiverbo bandido – banido da sociedade.
Desnecessário,
Ausente do dicionário...
Antropofágico,
Mágico escritor - Teatrólogo,
Engolidor do fogo,
Personagem e autor,
Trapaceador do jogo
Eu te amo - Nos infernos de suas entranhas,
Louca cidade deste mundo
Habita/ nasce/ morre,
Aqui/ ontem/ hoje/ amanhã.
Será dela o vagabundo,
Todo pó que nela respira...
Será a inspiração
e
Expiração do poeta – Porto Rico.
(Hector Pablo)


“... Num mosteiro da Itália medieval, a morte, em circunstâncias insólitas, de sete monges em sete dias e noites projeta a visão mais realista da violência em estado puro. As violências sexuais, os conflitos no seio dos movimentos heréticos do século XIV, a luta contra a mistificação, o poder, o esvaziamento dos valores pela demagogia, constroem nas páginas de O nome da rosa uma parábola sangrenta e patética da história da humanidade - Umberto Eco.”

Miguel Piñero`s stage


Stupid signs... Box offices / bathrooms...
In this stage I am a murderous louse...
Vampire...
To suck the blood of their heads (disguised by hair)...
New York City... Their buildings syringes...
Drip-rums / they rum-drip... Boredoms... Heroines...
Webs of sky-scrapers...
Veils of the freedom...
Injected in their veins... Gone mad in their corners...
They offer y negotiate drugs to boys y girls...
I am her continuous headache...
To squeeze their brains...
Dealer / attacker / gay / scoundrel / drug addict... their daughters` Lover /
Their children`s husband... As I went of my stranger father...
I am crazy that attacks with the language y puts the language...
I am the anti-verb thief / banished...
Unnecessary...
Be absent of her dictionary...
Antropofagic...
Magic...
I swallow the fire...
I steal the game
I love you... in the hells of their bowels
Crazy city...
Shame y cruelty of this world...
I inhabit / I am born / I die...
Here / yesterday / today / tomorrow...
I will belong to her the vagabond...
Every powder that we breathed in her...
It is the inspiration y the poet`s expiration...
(Hector Pablo)
manunegra  2006
11-07-2009 03:17 PM ET (US)
Times New Roman-1476

OCEANO PACÍFICO

Atlântico Índico...

ÁGUAS DE SAL AO SOL QUE ANUNCIA O DIA


Musa, milhares y milhas, mulhere’sereias, cantigas e oferendas
Homens que sae’em busca dos frutos y das faunas do mar - alimentos
Amam y deixam saudades em terra firme
Sucess’ou insucesso, vidas que viajam pelo horizonte marítimo

“LAS GOTAS DE SU ROCÍO”
_1000 SORBOS DEL SABOR DE LA VIDA_

“Los solos amantes, compañeros de 1 deseo simple”.
”... a mañana buena al ese amor
es dulce vivir en el mar”.


Minha mão é negra
Meus olho’são vermelhos
Não uso cor- lírios
Delírios dos rios que vão morar no mar
Nasci de um pirão de peixe
Do velho riacho seco
Sou filho de nordestino
Meu bod’ é 1 grilo
Meu galo foi de uma briga
Meu jegue não é burro
Meu berro será minh’arma
Minhas municões’ão estrofes de cordéis

Que tão cor/di’aumente - aumentava
O volume da minha viola violada
Pelo primo número da matemática
Que nunc’aprendi na escola
Olhava sim as pernas da minha fome
As belas coxas da professora Sônia - sonhos de padaria
Que comia a sonhar no recreio imaginário
Quando aos meus olhos ela por lá’aparecia


“... Quién vino de agua no será capaz a de ella huir. Sea pescar los sueños a las ilusiones alimentaban o buscar en los precios netos la esperanza que que todavía existe en sus corazones, ellos nunca volverán sin ella”.

Camões y seus navegantes
Que do velho do Restel’ouviam as glórias ao povo luso
Em busca de novas conquistas:
- “Não sou português, somos brasileiros”
1 grito visceral na direção das montanhas das grotas
Náufragos da imprecisão da vida assistiam 1, 2, vários corpos
- outrora humanos
Vítimas de Adamastor que sucumbe ao amor de Inês de Castro
A vitória de Vasco da Gama
A chegança às Novas Índias


Traços y laços da arcádia neoclássica
Prelúdios românticos
Bocage morreu no escuro
O grego
Rio de matos - ria das guerras das loucas liras divas
Deliciosos biscoitos concretos
As falas modernistas dos Andrades:
- Sr. Macunaíma
A guiar a fala da língua lá de sua estrela, a Ursa

Pessoa olhava junto a outros
O epitáfio da morte de Ricardo Reis
Escritos de Saramago
Lembranças de Itabira, Drummond
Assistia a mulher que passa
Sem que se esqucesse o manifesto de Almada:
- Cala boca Dantas,”Pim”

Musa, milhares y milhas/ mulhere’sereias, cantigas e oferendas
Homens que sa’em busca dos frutos y das faunas do mar - alimentos
Amam y deixam saudades em terra firme

E A BARCA IA

Com aquele’seres impávidos y determinados


“Señores de los mares / los lagos / los ríos. Ellos viven entre el cielo y sus tierras, ellos buscan el ser simple. Paz y que alimenta...
Otro beso de las nubes que se asustan en el horizonte, 1 rayo
La acción / el cuadro arrugó por el tiempo inestable...
Como el que la esfera azul celestial vieja”.


OCEANO PACÍFICO

Atlântico Índico...

AMANTES SOFRIDOS DA DESPEDIDA

ÁGUAS DE SAL AO SOL QUE ANUNCIA O DIA


Lucida Console-1755
manunegra  2005
11-07-2009 03:16 PM ET (US)
Rj/vt-Book Antiqua-1322

PROPAGANDA ENGANOSA
El tatuaje

"... Único entra, choca la soledad de los besos... Para no besar más del imposible...
Para soñar con las sombras, el sol para brillar para todos... La luna invadida por la nave extranjera... La playa invadida por el mar armado escândalo... La tierra improductivo, vacíe y vigiló... Al crepúsculo ellos vieron algunas garzas... La tierra firma a la vista... Ellos durmieron & ellos se despertaron... Paradisíacos, desnudos...
Invada mi corazón barato... Casa del amor y de la libertad... "

O casal do 9º andar.
Parece que desta vez o cinza paulistano deixou de ser tão cinza, grisalhos, amadurecidos, experientes e vividos, por cima de cacos de vidros e lixos, nada impede de caminhar por essa city nervosa, alucinadamente veloz/ cidade da luz-Néon/ nunca haverá um não entre nós, logo após o beijo no cinema, os sintomas da sensualidade. A lua colada na noite bem em cima de nossas cabeças, cheia/ cheios de vontade.
Hoje o concreto ganha uma tonalidade rósea. Saiba que a -Íris-mora em seus olhos, no nono andar de sua vida, a nossa, do nosso apertamento.

Beijo
Beijoca
Beijocador’a
Beijocar
Beijo de frade
Beijo de freira
Beijo de moça
Beijo de palmas
Beijo de rainha
Beijo de sinhá
Beijoada

Seus lábios são meus lábios, meus lábios são
Seus lábios, meus beijos são seus beijos, seus
Beijo’ são meus beijos
Todo amor nesta
Vida é a nossa vida
Toda intimidad’é a nossa
intimidade
Ouvidos?
Nossos gemidos
Paixão
Eternos momentos do amor
E sorrisos
Beijo de mato
Beijo de gozo
Beijoeiros

Beijo lat. basìum,ìi `beijo (de amor ou de respeito)` us. inicialmente como savìum,ìi metát. de suavìum,ìi `beijo` com uma acepção erótica, do lat. suávis,e `saboroso, agradável` + -ium, que não se manteve; ver beij-; f.hist. sXIII beijo, sXIV beixo, sXV beyjo

Lucida Console-2000
manunegra  2004
11-07-2009 03:15 PM ET (US)
CV-IMPACTO PROFUNDO

Las granadas

“...Violado, desfloró, conseguido a temprano dentro
Después de que ellos son totalmente bombardeados
Para los soldados armados
Los hombres y sus niños lloran, ningún más largo ellos se esfuerzan
O ellos imploran, ellos se mueren en los senderos minados
Sus hijas, las madres, las esposas, las hermanas,
O cualquier mujer
Humillado, en el medio
Con una boca encuentra extraño, en su pecho,
En la cara y en la cama de la guerra
En los hierros, de los infiernos,
Los futuros los niños bastardos, de sus tierras,
Yo cuadro macabro, apocalíptico y político...”


“Na terra do nunca”

Sou ‘m tiro na goela da vida
A fotografia da explosão destruidora da esperança
Criança na guerra

“Os pássaros voam assustados sobre os telhados de zinco
Telhas e alvenarias’ão arrombadas pelos tiros de fuzis e granadas’sassinas
Cachorros latem de medo
Portas fecham sem vento
A morte chega rápido
Como o nascimento
Helicópteros, homens de preto
Outros mascarados
Todos armados dos pés aos dentes
Cenário desses meninos personagens
De uma Dramática Gramática Armamentista
Artistas do Tráfico das Influências
Precocemente destituídos d’Alegria
Para ingressarem no encurralado luto da Escola desta Ingrata Vida”

Meu nome é Baby Granada
Órfão filho e neto de outros órfãos
Meu epitáfio -Aqui jaz a Vítima da batalha dos derrotados

Kiko Sodré-2005
manunegra  2003
11-07-2009 03:13 PM ET (US)
Bezerra morreu, Jamelão ainda vive...

Louca semana que não existe no calendário,
O pão e o circo sambam,
Ela me pede um pouco de amor,
Pra dizer adeus, pra falar de sonhos e pesadelos,
Tê-los...
Segunda, terça, sexta,
O sábado interrompe o silêncio,
Num sonoro repicar das baterias,
O puxador dá início ao fim no cemitério,
As cruzes, credo - Flambam...
As baianas giram entre câmeras e turistas,
TV’s e autoridades: - Mestre Sala e a Selminha Sorriso,
Só dá bandeira Só dão bandeira..
“Amor eu te amo, te amo, amo...”
Este é o samba enredo na nossa avenida...
E o guri cospe fogo,
Intestinos do diabo:
-É pra lá que vou
O paraíso fechou em luto purgatório,
O carnaval chegou lá no inferno,
Aliás, aqui na Terra.
Nada de choro nem vela.
Alegria pra desafinar os contentes.
“Guria saiba mais que nunca”,

: -Amor é música e poesia,
Acrescido de muita sacanagem,
Hoje rola de tudo,
O homem liberou geral,
: “-Vamos nessa,.
A rapaziada já está na espera..”

Da Silva da Selva, BEZERRA...

A FARSA
e a fome.

Adormecido`sobre a luz fria do néon, amontoados & anormais,
Marginai`sociais desprotegidos, aquecidos com velhos jornais, marrons.
Armados de pedras, revólveres ou facões,
Mal amados animais psíquicos-humanos,
Quase mortos nos esgotos calçadas areias,
Cadeias da maldade.
Cidade aberta para os quais se fecha noite e dia.
Procurados pela doente podridão policial e abandonados pela imperícia sanitária,
Nas esquinas lixeiras valas ou queimados não identificados,
Amarrados algemados pelos punhos, mais 1 morto injustiçado e sozinho,
Qualquer mulher qualquer homem que suma por aí sem destino,
Falecidos por pestes & assassinatos - Pretos Velhos Pobres Putas Viados
E os acusados de louco pela loucura institucional.
Crianças órfãs do estado, já sem esperança,
Trucidados e flageladas pela trama da selva urbana,
Em que a vida foi o sangue que escorreu d`alma do planeta,
Envergonhada e ferida , cinzeiro de ozônio agoniza Terra.
Destino ao seu enterro.

Uma folha de papel, uma declaração do estelionato internacional,
A dor escrita Sob o`dor do suor,
Persiste no incauto desvario da cidade do consumo.
Oasis`ilicones de cheque`shoppings e milk-shakes,
Brilhantes vestuários, armários do vazio.
A sociedade dos preconceitos é o espetáculo da sua falência e intolerância.


(Monografia de pós - graduação de José da Silva, na Universidade da Vida).
manunegra  2002
11-07-2009 03:12 PM ET (US)
_ALMANAQUES_
“Lendas Urbanas”

Ontem, ainda que em qualquer outro dia,
Chovia ou sol fazia.
Havia dúvidas se estavam a sair por aí,
Não saíam?

Eram ruas e avenidas:

Frias – Nuas – Estáticas.
Sem vida.
Pessoas que aqui habitam e transitam,
Paradas - Mudas & Insensíveis.

Seriam alienígenas tais indivíduos?
Bonecos de carne e osso
Ou apenas clones humanos?

Cristo - Carlitos ou Marilyn Monroe?
Ainda assim acontecia um concurso de “Cover do Chaplin”.
Pasmem,
O verdadeiro Charles seria apenas terceiro colocado.
Uma sensação diabólica de mentira e falsidade
corria com’o “vento Zéfiro”,
de ponta a ponta da “city”.

Diabólica ingenuidade maculou a verdade,
Tomou conta do imaginário popular,
Tornou tudo ilusório e perverso.

De repente acendem as “luzes da cidade”.
A vida irrompe o palco da metrópole,
Junto ao verdadeiro Carlitos a tocar seu violino.

Uma sinfonia simples,
Dos excluídos e proscritos.
Fora feita justiça
Na memória urbana...

“... Cubra a ladrón
Yo robo su amor
Para guardarlo oculto
En mis bolsillos
Aquí con mis botones el solo sueño con usted
En mi chaqueta cerca de mi pecho
Seguido
Hoy yo soy uno clandestino.
Yo ejecuto peligro de arrestarse a la emoción
Ningún más sólo
Yo abro y saeta.
Anteriormente todos que yo me acuesto en todo que usted actúa:
Un síntoma
Un destino
Una felicidad
Una pasión
La eternidad de las ilusiones no se morirá en el deseo
Yo soy hoy un ladrón
Yo robé para siempre su corazón... “

Lucida Console-1917
manunegra  2001
11-07-2009 03:10 PM ET (US)
BRASIL
_ MOSTRE SUA CARA _

Quem não for 1 ou 1`a BIG BROTHER irá para "passarela" da EXCLUSÃO,

Quanta ironia!

Bêbados y intoxicados pelos brilhos das falsas cocaínas
Encontros clandestinos-Guerrilha`sociais
Nas esquina`sinais do medo y mistério-"Noites Ciganas"
Tiros y bondes-Luzes vermelhas y sirenes
Hospitais, emergências y cemitérios
Boca dourada-Desdentada
Viaturas policiais/ extra oficiais/ assassinas
No fio-Limite da marginalidade
Achacados Seqüestrados Mortos
Corpos ignorados-Louca cidade
Sem tempo nem idade
Presente y presentes do aqui`agora
Sobressaltos
Malandro é herói, Papai Noel existe y eu sou o Batman
Mentiras pequeninas-Leviandades
Sargentos y sarjetas/ tráfic`ótico
Gorjetas y gorgotas-Loroteiros y cafetões
Roletas y Airbusões-Caloteiros
Salte y fuja antes do ponto final
Isso é um assalto!
manunegra  2000
11-07-2009 03:10 PM ET (US)
“CESTINHA” EMPREGO & “CESTÃO” FERRADOS
Informalidades urbanas


LA SORPRESA RÁPIDA DE LA EQUIVOCACIÓN
"... de repente

todo
simple
muy de repente...

L
A

G
O
T
A

se despertado
entero
el mundo de repente...

C
R
E
A
D
O

uno
el charco
del agua de repente

N
O

C
R
E
E

quizá
fue
la lágrima de repente

D
E
L

A
M
A
N
T
E

del paseo
de cima
de la losa en una rapidez..."


“DESEMPREGO ESTRTURAL”

Quatro, 5 anos, tudo sempre igual...
Acordar y olhar a manchete do jornal.
GOVERNO ANUNCIA MAIS UM PLANO:
“Cestinha” emprego, “cestão” ferrados.

Agonia da água que passarinho não bebe...
Bêbado y sentado dorm’enganado,
No bar fechado, os fregueses falidos.
Sonhos de 1, 2, 3 milhões de fudidos.

A mulher, os filhos y a sogra...
O agiota, os juros por deus y pelo diabo
que os carreguem para o Infern’ou Paraíso?

Não importa mais o que sejam...
O que seja não importa’mais,
Daqui não saem Daqui não mais os tiram.

Não há mais o que temer - Verão...
“Outono” sono, “outono” porre,
Fechem os olhos y adormeçam.
Cai o rosto no pescoço. Dói, não importa.

Apertem as mãos, afrouxem as gravatas...
Abram as pernas, assim bem abertas,
Depois, muito depois ao acordarem desmemoriados,
Com gosto de cabo de guarda-chuva na boca...

Peça’mais uma, ou duas ou o que agüentarem...
Se não derem,
O mundo é o mesmo,
A rua também y vocês quem são?

Som’os desempregados _ Bêbados _
Cai o rosto no pescoço. Dói, não importa.
Fechem os olhos y adormeçam.
“Outono” sono, “outono” porre.



Miriam Transparent-2000
manunegra  1999
11-07-2009 03:08 PM ET (US)
FOI-SE
Um`artelo

A cerimõnia
do lamber os pés
cruzar os corpos
e o goz`ar
nas coxas
o véu
da noiva o noivo
o terno
interno
na`sociais
1,2,3,4... galáticos
1 só real
A pergunta?
Virá depois...
manunegra  1998
11-07-2009 03:08 PM ET (US)
Solanum indigoferum_
"
... Su nombre Brasil, rápido ellos hacen desaparecer él porque yo desencanto e intereso, después de descubrir que no es una isla, se caerá al mago dividirlo,
la mitad de aquí para ellos, la otra mitad para allí para ellos también,
porque lo que permanecía, se murió. Inglés anglicano, francés, o los americanos puritanos, los budistas japoneses...
Ellos piratearon el Ibericos hábil con su maldad y avaricia, ellos pidieron para detener aquí estableció degradó a los oportunistas de los banqueros infortunados...
Por ellos ellos irían nuestra madera de menas de azúcares los muchachos animales exóticos, bonitos y las muchachas bonitas. Agregado de las hierbas y de los loros de colores, para las señoras nobles ellos adornan sus cabezas cubiertas con el pelo piojoso...
Ellos escondieron con nuestros turistas de los pájaros, se murió llenado por la opulencia, la acuarela de Brasil, servil esclavizó. Los olores blancos fétidos de sus enfermedades y sus portadores. La imagen de ensueño lírica divino...
Dé su gran riqueza, sus habitantes, los restantes tomaron de su madre Africa... "
manunegra  1997
11-07-2009 03:07 PM ET (US)
Tahoma-Comic Sans MS

_BEJAMIM_

“Índigo-do-Brasil”


Entre famas e tapas, 1 beijo maquiado
De língua portuguesa,
Apó’ser despido e’nganado,
Deprimido, Dorme-Acorda
Longe de casa,
Na cama das ruas,
Entre cadeiras‘obre mesas vazias,
1, 2, 3, ... Big-Brother’s vigiavam seus pesadelos,
Aqui, sob este céu Nublado Zangado a garoar suas lágrimas,
Rimas de poesias, músicas das cidades brancas carbonizadas pelo gás’ssassino.
Loucas musas eletrônicas e outras grifes desvaira’das’ocialaites
E shopingiques caprichos modernos consumistas.
CACIQUE,
Vive da farsa fama-Caçado oantigo guerreiro das matas,
Um louco, exemplar quase único da indiaria brasileira,
Boca grande pra falar muito e não ser ouvido.
Com ele fazem músicas entrevistas&capas de revistas.
E a chiruzada não recebe nada,
Conti’nua a mesma.
Afogado no asfalto das grandes cidades’elvagens,
Qual:
-Tá na sua cara meu caro,
O cara não tem carro, mora mal e vive sem trabalho num subúrbio
Do Rio de Janeiro...
- Brasileiro da Silva da Selva, papagaio planetário em extinção.
Estranho Exótico Estrangeiro,
Veste calça estampada,
Calça sapatos de c’ouro e grava’sandices que dele falam,
Mas é proibido de ser índio.
Fica atrás das grades a falar pro vento,
No Zoológico do espetáculo-O evento,
Animal raro d’ América,
Evapora...
Vira uma estrela do Uni/verso.

Carlos Miguel Cerveira-2005
manunegra  1996
11-07-2009 03:06 PM ET (US)
INDIGNE

Étonne la criaillerie qui reflète...
Tourbe sinistre...
Il prend la possession.
Il n`abandonne pas...
Pauvreté... la blessure Mauvaise infecte le corps...
Laid et tordu.
Mélangé aux sacs, boîtes et papiers...
Objets du désir du voit des boîtes.
Chats et souris urbaines... Bon marché... Cafards...
La dignité?
Il mourrait là près de lui dans les ordures organiques...
S`allonger dans la gouttière.
manunegra  1995
11-07-2009 03:06 PM ET (US)
Foruns-Trebuchet MS-1500


“A SOLENE IMAGEM”
Um ouvido calejado por barulhos
(Encontro com Blair)

“... El indigno escuadróm de oro de tonto. Dolor que asombra el grito que refleja... Canalla siniestra que toma la posesión. La muerte... Ignore y no se rinde...
Nosotros somos una nacion exportadora del galácticos, ese dado en el juego por no teñir solo. Nosotros somos una pena educado, enfermo como los perros de los perros. Sexualmente los recursos de vida abstinente. Gole, que está con nosotros...”



MALVADEZ, a capa da caveira.
Velório da humanidade,
O “tcham” do relógio.


Na etimologia, a diacronia de “trabalho” é castigo.
Senhor & Senhora não mais sujeitos ocultos,
Cultos Poderosos Dominantes.

Há um monte de lixo e o homem.
A boca da fome que a comida foge,
O sono da insônia malvada do excesso recessivo.

Prosseguem o frio e arrepios do quase morto,
O rio de bichos, seco de água, pleno de lodo.
As peçonhas, baratas e outras lacraias.

Ratos graúdos transitam neste mundo excluso e suicida,
A roer gente de carne de pescoço, dia a dia, a qualquer hora,
Abandonadas nas trilhas urbanas, ainda sobrevivem e voltam.

Narinas de um cheiro de pó falsificado.
Líquido caldo de cana-Achaque, charque de gato,
Maconha de merda-Ninguém Nada...Mata.

Paisagem pirata-Brasil dos escravos-Hoje,
Espião do genocídio voa o metaleiro pro estrangeiro,
Líder da tragédia anunciada em qualquer lugar do planeta.

Narciso Valiz-1976
Tradução: Dany Felomeno
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