| manunegra
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1973
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11-06-2009 09:03 AM ET (US)
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11/10-Courier New-2004
A ironia, a outra tópica da poesia urbana (um olhar do cristo para o pão de açúcar.)
Não sei mais nada, Penso desesperado, Imagino tudo de ruim sobre tudo, Desconheço totalmente tudo, Dele reconheço que sou parte do Absurdo que sou, Aqui nessa metrópole,
Às vezes surdo, Às vezes mudo, Um nada, Sobressaltado, Corro, Ouço de tudo, Aturo todas e fujo rápido daqui amedrontado, Não sei mais o que fazer...
De repente, Penso Além do faz de conta, Até que surjam quase oníricas, Elas, nuvens que passeiam curiosas, Enamoradas, Pelas paisagens desse Rio de Janeiro.
Lá em cima daquele morro. Doce, açucarado, Carioca, Envolvem o seu corpo Torna-lhe um sonho, Um pão de açúcar,
A paisagem mais saborosa desse mundo, Lá, tem um bonde, Aqui, onde estamos tem um Cristo De braços abertos A olhar e Abraçar Esta maravilhosa cidade... ...Un sueño Hágame el que mis ojos ven para tener la fe. Debilita mi cuerpo, humedecido en las lágrimas. Yo sufro el dolor de un solo corazón, De aquéllos que los ojos ven, para entre un solario, Pero la vida y el amor renuncian. Mi señor, los humanos ` Dios, Haga que mis baladas Provenzales y rimas, Ellos tragan a la Señora bonita y encantadora, De mis miradas y usted canta... En un sueño suave, un sueño bonito entró, Los dos de nosotros juntos, para los momentos despiertos... Enamorado. Aun cuando por la suerte mala, amar fueron, para soñar súbito y pasajero... (Lucida Handwriting-1985)
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