| manunegra
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1963
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11-04-2009 09:50 AM ET (US)
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Psiquê
Não valerá o rancor, Nem tampouco a dor do ranger de dentes trincados. Na mesa do bar um jogo roubado, Sobr`ela uma fortuna evapora-se. Inoportuna tosse do jogaDOR, Enquanto a torcida torce, O militante grita por liberdade. Verdades do cotidiano da cidade, Vale o qu`está escrito, Um adeus... O último, o penúltimo já era, Aliás foi-se no eldorado, A eterna procura pel`ouro. Quanto`se foram, Quantos passaram por nossos olhos. Tráfic`ótico... Caótico vício, Delírios do sacrifício humano, Independência ou morte, Falácia imperadora da dependência. D`outro lado, num outro prédio, Sobre outra mesa, um tubo, Comprimidos, remédios... A vida passa pela cama onde alguém deitado geme, Balbucia sons inaudíveis. Louco, Literat`o escritor sucumbe ao personage`morto, Antes de completar o capítulo. Capitulou... Sem ver seu livro. Sem plantar um`árvore. Sem ter um filho...
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