| manunegra
|
1960
|
 |
|
11-04-2009 09:47 AM ET (US)
|
|
SCENÁRIOS CARIOCAS Sobre esta fotografia roubada por mim, ao cenário da comunidade de Acari, Rio de Janeiro, gerada de um acontecimento particular às atitudes despóticas dos chefes do movimento de drogas e o comandante da PM, o mesmo do episódio do ônibus 174, aquele que a refém morreu baleada pelo policial, e o seqüestrador foi assassinado dentro do camburão Esse menino, na época com 14 anos, foi encontrado pelos policiais do BOPE, batalhão especial da Polícia Militar, amarrado a uma cadeira, em um barraco, a mando do traficante local que o havia mantido em cárcere privado e cortado 3 dedos das suas mãos, motivo? Roubara uma moradora. Depois que os policiais o levaram, não se teve mais notícia do mesmo. O traficante? Não se sabe seu paradeiro, quanto aos policiais não estão mais na polícia. Onde estarão todos?
_SÓ SOBE A FUMAÇA DA ERVA INCENDIADA _
Pelolhar adulterada, quase criança, Desesperançada. Aceso baseado, baseia y cai pelas calçadas. Louco, Afeminado, Violentado, Infantesquecido, Meliante.
Luzes que se apagam, Cruzes que carregam, Mortos que desaparecidos. Ninguémais vê, Nem ouve falar. Cemitério dos indigentes, Nem pelos dentesão identificados, A fome miserável comeu-os junto aos urubus.
Mesmo antes de nascer seus destinos já traçados, Pobres, Mortos, Natimortos, Depois do desejo currado - Quem foi o pai? A mãe se foi, Os irmãos? Assassinados Mulheres infantis, seus sorrisos desconheço.
Paz, depois dos 15 tiros, em um corpo: - sou eu o culpado, sou eu o assassino. Latrocínio, patrocínio: drogaria Botelho. São altas horas da madrugada, São almas, fantasmas, Vultosolitários, Surto da louca epidemia: Esquadrilha, aviões e bombardeios:
- Meu tempo é estrangeiro, Ligeiro descontínuo, Qual será o minuto? O pãou a porrada? Agora lembro da sombras, dos medos. Sou aquele que anotas ocorrências. Relator dos fatos, Dicionário das falas, Idialeto do diálogo solitário, entre dois eus, Y meu outro alguém que desconheço, Cruel cidadão do pecado, capitalizado pelo terror, Moro trancafiado junto aos meusonhos, Quero dizer pesadelos.
Um policial, Doente social, Mataquele que abraça e rende, Na parede, Na sala ou no quarto. Seu julgamento sumário, O inimigo número 1 da justiça proclama sua sentença: -Sou o Homem da lei, Soldado das riquezas, Matem os miseráveis humanos!
|